Quando eu nasci, mamãe tinha uma gatinha. Não me perguntem o nome dela porque eu não sei. Afinal, eu era apenas um bebezinho. Mamãe conta que ela ficava só na posta do quarto, olhando todos me paparicando. Então, a gatinha resolveu cair no mundo e foi buscar uma família mais atenciosa. Nunca mais soubemos dela.
Vovó sempre pagou o perueiro para me levar à escola. E eu sempre fui uma menina muito boazinha e quietinha, se pegarmos as outras crianças que eram trasnportados pelos mesmo perueiro como exemplos. Eu sempre conversava muito com o Miguel, falava sobre minha família, sobre o que eu queria ser quando eu crescesse (ainda não era jornalista) e perguntava muito sobre a família dele. Ele sempre ganhava uns peixinhos. Todas as crianças pediam os peixinhos, mas ele sempre dava para mim, dizendo que eu cuidaria bem deles. Lá ia eu para casa segurando o saquinho com água e com o peixinho. Mas eles não viviam muito. Sempre se suicidavam, pulavam da vasilha que eles ficavam. No ano passado, minha irmã ficou com o peixe de um colega de trabalho dela. Nomeamos ele de Juca. O Juquinha foi meu companheiro. Ele ficava na mesa do meu computador, o que o fez acompanhar toda a confecção do meu TCC. Ele durou muito tempo, mas morreu. Tenho que comprar outro Juca urgente.
Deu a louca na Whip e ela começou a escrever essas besteiras.
Vovó sempre pagou o perueiro para me levar à escola. E eu sempre fui uma menina muito boazinha e quietinha, se pegarmos as outras crianças que eram trasnportados pelos mesmo perueiro como exemplos. Eu sempre conversava muito com o Miguel, falava sobre minha família, sobre o que eu queria ser quando eu crescesse (ainda não era jornalista) e perguntava muito sobre a família dele. Ele sempre ganhava uns peixinhos. Todas as crianças pediam os peixinhos, mas ele sempre dava para mim, dizendo que eu cuidaria bem deles. Lá ia eu para casa segurando o saquinho com água e com o peixinho. Mas eles não viviam muito. Sempre se suicidavam, pulavam da vasilha que eles ficavam. No ano passado, minha irmã ficou com o peixe de um colega de trabalho dela. Nomeamos ele de Juca. O Juquinha foi meu companheiro. Ele ficava na mesa do meu computador, o que o fez acompanhar toda a confecção do meu TCC. Ele durou muito tempo, mas morreu. Tenho que comprar outro Juca urgente.
Deu a louca na Whip e ela começou a escrever essas besteiras.
<< Página inicial